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terça-feira, 21 de abril de 2015

Cidades da liberdade’, com impostos e governo mínimos, pipocam no Texas

‘Cidades da liberdade’, com impostos e governo mínimos, pipocam no Texas

Cidades da liberdade 1
Anthony Zurcher
O Texas é conhecido por sua reduzida carga tributária e pelos limites à interferência do governo estadual nos negócios e na vida do cidadão. Mesmo assim, comunidades no interior do Estado têm travado batalhas políticas por mais autodeterminação, em um movimento que tem sido chamado de “cidades da liberdade”.
Kingsbury, que sequer é oficialmente uma cidade, é uma delas. Em 9 de maio, os 166 eleitores locais irão às urnas para decidir se o local se tornará oficialmente uma cidade, regida pelo princípio da baixa regulação estatal – uma nova lei criada recentemente no Estado que permite a criação de pequenos novos municípios desde que os moradores aceitem determinadas condições.
A comunidade texana, que tecnicamente é parte do condado de Guadalupe, prosperou com uma garagem de trens e uma madeireira no início do século 20, mas hoje contém apenas alguns edifícios dilapidados daquela época, além de poucas lojas, um quartel de bombeiros voluntários, um café e casas com amplos pastos, repletos de gado.
Muitos moradores gostam desse sossego rural. Mas o crescimento populacional do Texas desafia essa tranquilidade.
O Estado ganhou 451.321 habitantes entre julho de 2013 e julho de 2014, o maior crescimento do país. E Seguin, cidade de 27 mil habitantes que fica perto de Kingsbury, cresceu 14% entre 2000 e 2010 e continua expandindo, graças à chegada de fábricas à região.
Para Shirley Nolen, moradora de Kingsbury, esse crescimento estimula a especulação imobiliária na região, abrindo espaço para o tipo de regulação municipal – e, eventualmente, impostos – que pessoas como ela combatem.
Elas se queixam também de ter de responder a Seguin sem, no entanto, se sentirem representados pelos políticos da cidade vizinha.

Liberdade

Cidades da liberdade 2
Por isso, moradores da região querem incorporar o que puderem de Kingsbury e transformá-la em uma cidade de poucos impostos e pouca regulação, que sirva de referência para outras cidades que encampam brigas semelhantes no Texas.
“Queremos nosso centro”, diz Nolen. “Queremos nossas igrejas, nosso correio. Queremos nossa comunidade de volta.”
É o chamado movimento de “cidades da liberdade”, capitaneado por Jess Fields, analista político do centro de estudos conservador Texas Public Policy Foundation.
“A ideia de cidades da liberdade meio que remete ao conceito básico de que as pessoas têm um direito fundamental de determinar o tipo de governo a que querem ser submetidas”, diz Fields.
Segundo ele, as grandes cidades texanas se afastaram do propósito essencial do governo, adotando regulações sociais que, eles argumentam, ferem as liberdades individuais – como restrições ao uso de armas de fogo, taxas sobre o consumo de sacolas plásticas, excessiva regulamentação imobiliária e tributos punitivos.
“Não nego que algumas dessas regulamentações são bem intencionadas, para promover a saúde pública e a segurança, mas chega um ponto em que essas boas intenções são ofuscadas por consequências não intencionais evidentes e negativas”, opina Field.
“Não queremos que o governo diga como você deve fazer cada coisinha com relação a sua propriedade e sua vida.”
Neste ano, a senadora estadual Konni Burton promoveu a legislação de “cidades libertárias”, a SB710, facilitando a incorporação de pequenas cidades, caso estas concordem com uma “lei de direitos” que incluam o de portar armas, de liberdade religiosa e de expressão e proteção contra a vigilância estatal excessiva. A lei também prevê que qualquer mudança em impostos sobre propriedades seja aprovada por no mínimo 60% da população.
O objetivo, diz Art Martinez de Vara, chefe de gabinete da senadora, é minimizar a preocupação dos moradores rurais, que temem que governos recém-criados fiquem tão “fominhas” quanto os governos das cidades mais antigas.
“É um bom experimento democrático”, diz.

Governo limitado

Vara também é prefeito da pequena Von Ormy, cidade apontada como o exemplo mais bem acabado de cidade libertária.
Cidades da liberdade 3
Quando Von Ormy foi fundada, em 2008, tinha uma taxa mínima sobre posse imobiliária. Agora, essa taxa foi abolida, e o governo – de escopo limitado – é financiado por tributos sobre vendas.
Muitos serviços, como os de coleta de lixo, foram terceirizados. O corpo de bombeiros e a polícia são compostos, em sua maioria, por voluntários.
“Outras cidades têm um departamento de polícia e não querem um xerife”, argumenta. “(Esses moradores) pagam muitos impostos. Tentamos fazer as coisas de modo diferente.”
A cidade não restringe o uso de armas ou o fumo. E é a única do condado a não vetar fogos de artifício. Há regulações de segurança para a construção civil, mas as inspeções são mínimas.
“É o livre mercado. Não promovemos (o fumo). Não somos anarquistas. Só acreditamos em governo limitado”, diz Vara.
Ele alega que a maioria das grandes cidades do Texas se endividaram para financiar grandes projetos de infraestrutura e benefícios sociais – como aposentadorias e planos de saúde – para funcionários públicos, forçando o aumento de impostos para cobrir os custos.
Vara alega, também, que isso abre espaço para que cidades se preocupem apenas com as áreas suburbanas mais lucrativas, deixando as demais desprovidas de serviços públicos.
Para os moradores de Kingsbury, porém, o mais importante é “manter a comunidade viva”, alega Shirley Nolen.
“Para outras pessoas talvez não seja muita coisa, mas é o nosso lar.”

sábado, 29 de outubro de 2011

Pó de basalto usado como fertilizante


Pó de basalto usado como fertilizante surpreende produtores de mudas no Vale do Caí
Editoria: Agricultura
Origem da Notícia: Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio
7 Mai 2007 - 7:57:55 PM

A observação de que um tomateiro plantado em um caminho de britas se desenvolvia bem e produzia mais que outros deu início a uma experiência que está surpreendendo os produtores de mudas de Pareci Novo, no Vale do Caí. Orientados pelo agrônomo da Emater/RS-Ascar Gilnei Galvagni, pelo menos 15 agricultores estão usando pó resultante da britagem do basalto como fertilizante.

Os minerais existentes na rocha são os mesmos encontrados em adubos químicos e servem para melhorar as condições nutritivas do solo. A base da experiência é bastante simples: pelo menos um quilo do pó por metro cúbico de substrato usado para o cultivo das mudas de flores, temperos, chás e árvores.

“Sabia que teríamos resultados positivos, mas não tão expressivos como os que estamos observando”, comemora Galvagni. Os benefícios a que o técnico se refere podem ser vistos principalmente nas raízes. O sistema radicular se desenvolve mais. Com isso, a planta vai ter melhores condições de absorver os nutrientes e, conseqüentemente, folhas e flores mais fortes, espessas e vistosas.

Controle

No basalto, o dióxido de silício é um dos elementos químicos encontrados em maior quantidade e é o responsável por esses benefícios. Além disso, contribui para o controle de pragas e doenças.

Há 12 anos, Vilmar José Silvestrim é produtor de mudas de flores e folhagens e, a partir de agora, um entusiasta do pó de brita. “Já estou usando em todas as 17 variedades de plantas que produzo porque os resultados são ótimos, as mudas têm mais resistência, são mais sadias, e não é preciso aplicar fungicidas. Também ficam padronizadas, com o mesmo tamanho”, descreve.

Já o produtor de mudas de eucalipto Sérgio Lauermann está experimentando o pó em um milhão dos 10 milhões de mudas que produz a cada ano, e a rapidez no desenvolvimento das plantas é evidente. “As que receberam o produto estão maiores e com mais plantas, sem falar na grande quantidade de raízes que apresentam, o que vai facilitar seu rápido desenvolvimento no solo”, afirma.

Culturas perenes

O objetivo inicial de Galvagni era utilizar o pó de brita em culturas perenes, como a citricultura, tradicional no município. O primeiro passo nesse sentido está sendo dado pelo produtor de mudas citrícas Paulo Fernando Braga. Em três metros de lavoura, foram espalhados três quilos do produto sobre a terra e os resultados logo apareceram, com o surgimento de folhas mais cedo e com mais cor verde e resistência.

Ao comparar as raízes das plantas que receberam o complemento com as que não receberam, observa-se a maior diferença, pois o sistema radicular das primeiras é muito mais desenvolvido. Os produtores aguardam, agora, a maior disponibilidade do pó de brita para ampliar o uso.

O produto usado na experiência foi obtido gratuitamente em uma empresa de britagem em Montenegro, que já está se preparando para suprir essa demanda e desenvolveu um sistema para aspirar o pó resultante do processo e separá-lo do restante dos subprodutos. O agrônomo da Emater/RS-Ascar explica que o tipo de solo da região é um fator importante para o sucesso obtido.

“Aqui, temos um solo de arenito, o que faz com que o basalto atue como complemento. A matéria orgânica abundante existente nos substratos para produção de mudas é um ativador dos princípios do pó de basalto”, diz Gilnei Galvagni. O extensionista esclarece que o pó é um complemento dos adubos já usados nas plantações, e não um substituto.



domingo, 3 de julho de 2011

PROJETO TURISTICO GETULIO VARGAS 2020

Getúlio Vargas foi uma cidade planejada por engenheiros. Suas ruas largas e arejadas e bem projetadas.Seu clima tem as quatro estações bem caracterizadas. Uma analise rápida mostra que teria uma vocação natural ao turismo.
O embelezamento de canteiros, com flores e uma arquitetura que favoreça, ajudaria bastante. A manutenção do esquadrinhamento e arquitetura da cidade seriam importantes.
Getulio Vargas,
Projetos RELEVANTES ...
OBJETIVO PRINCIPAL: TRANSFORMAR A CIDADES EM POLO ATRATIVO TURISTICO

1. PROJETO RIO ABAUNA
Solucionar as cheias do RIO ABAUNA, o canal escavado em rocha nos anos 1970 teria que ser rebaixado. O momento atual aonde os parâmetros que se usava foram ultrapassados, justifica-se pelo aquecimento global.
O possível problema pode-se usar como uma solução em vista que o leito do canal/rio abauna é todo de rocha basaltica que pode ser usado como pedra britada e com muitos usos, para desenvolver a comunidade.
1. Como a britagem da pedra pode pagar uma parte do serviço de aprofundamento do leito do rio, sugere-se que se faça um amplo trabalho, aprofundando desde a delegacia até a ponte da Candido Cony fazendo um canal mais fundo(3 m) e usando ½ m para tornar o rio sempre com água,(pequenas piscinas) de aspecto mais belo turisticamente e podendo ser usado para laser. Pescaria. E ao ajardinar as laterais com um aspecto muito melhor, pode-se ainda projetar em suas laterais e fazer um deck de madeira tratada (ou com o uso de MADEIRA DE PLASTICO) como em muitas cidades do mundo inteiro se faz.



Sugestão do que pode ser feito




fotos das Cheias de 27/05/1992.










Cheias de 2010





2.PROJETO CALÇADAO E PRAÇA
A idéia é cobrir todo calçadão e integrar com a praça (existe um pequeno desnível entre os dois).






Observa-se um pequeno desnilvel entre ao calçadão e a praça. Aconselha-se a nivelar pelo calçadão, e procurar manter os desenho e arquitetura da praça tornando a praça integrada ao calçadão.



Existem uns canteiros de concreto. O ideal seria retirar os mesmos abrindo espaços para mesas e cadeiras de preferencia de madeira em função do clima frio de algumas época do ano.



A cobertura de toda a area possibilitaria a revitalizaçao da area do entorno, com a criação bares e restaurantes, lojas, serviços, implementaçao de eventos (natal,pascoa, dia da criança, etc. A exemplo de outras cidades a atividade econômica se desenvolverá muito e possibilita o incremento de atividades ligadas ao turismo(hotelaria, alimentação,etc.) .


O entorno dos barrancos de terra aconselha-se a usar bancos para ficarem ao ar livre.


3. PROJETO ESQUINAS DA ÁREA CENTRAL.

Copiando boas idéias de cidades turísticas...com pequenos valores e apoio da comunidade para manter poderíamos enriquecer com flores e ajardinamento das esquinas centrais da cidade.com melhoria da segurança dos pedestres e conforto para caminhada e bancos para descanso.


4.Entrada da cidade

FICA UM ASPECTO MUITO AGRADAVEL FAZER UMA PLANTAÇAO DE ORTÊNCIAS NOS BARRANCOS DA ENTRADA DA CIDADE... o custo não é exagerado...